O carisma é um dom?

Descrito pelos gregos antigos como o “presente da graça”, o carisma é aquele elixir que vemos em algumas pessoas, líderes e influenciadores que os tornam mais queridos e admirados.

A maioria das pessoas pensa que você tem que nascer altamente carismático. Não é necessariamente um talento inato.

Em um artigo recente do New York Times, Bryan Clark argumenta que “carisma é um comportamento aprendido, uma habilidade a ser desenvolvida da mesma maneira que aprendemos a andar ou praticar o vocabulário ao estudar um novo idioma.

• O carisma pode ser aprendido? Sim!!! Definitivamente, você pode aprender a desenvolver seu carisma

• O carisma é sinônimo de perfeição? Há um equívoco comum de que pessoas altamente carismáticas são perfeitas. Mas este não é o caso!

Vamos ver o que a ciência diz sobre isso?

O psicólogo Richard Wiseman conduziu um estudo em que duas atrizes vendem um liquidificador para frequentadores de shopping. A atriz nº 1 teve uma apresentação perfeita e produziu um smoothie perfeito. A atriz 2 fez uma ótima apresentação, mas “acidentalmente” esqueceu de fechar a tampa e o smoothie espirrou em cima dela.

A atriz nº 2, a mulher “desajeitada”, foi considerada mais agradável. Wiseman descobriu que sua vulnerabilidade a humanizou e, portanto, aumentou sua influência sobre o público. Quando admitimos nossa fraqueza, os outros se conectam a nós e nos consideram mais agradáveis.

• Pessoas carismáticas são ótimas comunicadoras

Você já deve ter ouvido a frase: “Você tem dois ouvidos e uma boca”. Pessoas carismáticas sabem ouvir e ouvir bem. Eles mantêm a proporção de 2: 1 entre ouvir e falar.

Resumindo:

1. O Carisma pode ser aprendido.

2. Pessoas carismáticas reconhecem suas vulnerabilidades.

3. Os carismáticos mais do que falar bem, sabem escutar.

Pense nas pessoas carismáticas que você admira… e tente reconhecer os 3 insights que compartilhei hoje.

O Poder da Expressão facial em tempos de pandemia

Você já notou que nos últimos meses a nossa comunicação acontece ou com uma máscara facial ou por uma tela de celular ou notebook?

Pois é, e por esse motivo a expressão facial cada vez mais é essencial para transmitirmos uma mensagem coerente, correta e com emoção.

O olhar diz tantas coisas… até Shakespeare disse: “O olhar é o espelho da alma”.

Você lembra de quando seus pais nem precisavam falar, mas só de olhar para você… já dava para entender a mensagem?

E qual é a expressão no olhar ideal, Fernanda?

É aquela que combina com o que falamos. Por exemplo: se você contar uma história triste, seu olhar vai demonstrar isso, já se a mensagem for alegre, provavelmente você irá abrir mais o olhar e até elevar suas sobrancelhas.

Uma boa forma de observar se existe harmonia, é você falar em frente a um espelho. Conte uma história e observe se suas expressões foram coerentes com a mensagem.

Ah, evite falar olhando para cima ou para baixo. Demonstre que você conhece o assunto e tem propriedade para falar sobre ele.

Você já reparou em suas expressões faciais?

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Dica de Filme: “O Discurso do Rei”

O filme O Discurso do Rei, conta a história do príncipe da Inglaterra, Albert, que é gago desde a infância e sofre devido à dificuldade em se expressar, pois precisa fazer discursos com grande frequência.

Apesar de já ter passado por diversos médicos, ele nunca conseguiu encontrar resultados eficazes. Quando o Albert conhece Lionel, sua realidade começa a mudar. Lionel é um terapeuta da fala que o ajuda trabalhando as suas dificuldades.

No filme pode-se observar claramente a importância da comunicação para a posição de liderança.

Não basta conhecer o assunto e dominá-lo, sem estar seguro para se expressar.

Você já assistiu esse filme?

Você fala muito a palavra: “né”?

Você já contou quantos “nés” uma pessoa disse em uma aula, palestra ou vídeo?

Eu já!

25, 32, 37 vezes… e claro, deixei de prestar atenção no assunto.

Os vícios de linguagem são aquelas palavrinhas usadas como “muletas” no meio ou final das frases.

Nesse caso, o “né” é a abreviação de “não é?”, usado para ter a confirmação de algo.

Por exemplo: “Ontem eu telefonei pra você e você não atendeu, né?” ou “Então vamos começar, né?”

Se usada de maneira excessiva, passamos a dar atenção exatamente para ela, e damos uma impressão de:

  • Insegurança
  • Incerteza
  • Falta de preparo

E muitas vezes não é nada disso, é só o hábito mesmo, que pode “poluir” uma conversa informal e muito mais uma apresentação.

Mas COMO ELIMINAR o “né”, Fernanda?

Vou te contar uma forma simples e eficaz, que é você usar PAUSAS para encerrar uma frase.

A pausa silenciosa facilita o entendimento da mensagem e te ajuda a ter uma imagem de:

  • Segurança
  • Credibilidade
  • Convicção no assunto

Mas não adianta pensar nisso somente no dia da: entrevista de emprego, gravação do vídeo, aula ou palestra… tem que fazer parte do seu dia a dia.

Qual outro vício de linguagem você já notou?

Me conta!

Forte abraço,

Fernanda de Morais

Você é IMPULSIVO para falar?

Pensa antes ou fala o que vem na cabeça?

O timing (momento) errado de dar uma opinião e expressar nossas ideias pode ser uma armadilha perigosa.

Veja de que forma você pode reduzir as chances de passar por essa “saia justa”.

ANTES de falar, faça essas perguntas para você:

  1. Preciso adequar minhas palavras para esse ouvinte?
  2. Vou dizer algo que machuca o outro?
  3. Eu realmente PRECISO dizer isso?
  4. Eu consigo prever como a outra pessoa vai se sentir?
  5. Eu consigo perceber o ponto de vista dela?
  6. Existe outro momento ou lugar para eu falar isso?
  7. Eu dei a chance da outra pessoa se explicar?
  8. Como eu me sentiria se alguém falasse isso pra mim?

Percebe como essas reflexões podem mudar e muito a maneira de falar?

Assim, nós evitamos aquelas conversas desgastantes e mantemos um diálogo saudável e admirado.

Na dúvida, não fale, ou tome um copo de água, pense e depois fale.

Se você já passou por uma situação de falar impulsivamente, sem pensar, escreva: EU!

E juntos vamos melhorar a nossa comunicação.

#DêVozÀsSuasIdeias

Como se VESTIR para o emprego que você quer?

Você participa de conferências e lives? Se respondeu SIM, esse vídeo é pra você!

43% das empresas brasileiras adotaram o Home Office como modelo de trabalho nesse período.

Como parecer ser uma pessoa autêntica, confiável, inovadora e autoridade em um assunto?

Eu sou Fernanda de Morais, e hoje vou compartilhar com você dados científicos que irão mudar a sua videoconferência.

Segundo uma recente pesquisa americana muitas pessoas não sabem como causar uma boa impressão no Zoom e Skype, seja em uma entrevista de emprego, uma apresentação ou um discurso para um grupo maior.

Como alguém se torna excepcional?

Um plano de fundo é melhor que o outro?

A roupa interfere em alguma coisa? E a cor da roupa, é importante?

A pesquisa feita com 465 pessoas mostrou que:

1. As pessoas observam mais o cenário que a roupa ou o tipo de roupa que você está vestindo, ou seja, cenários falsos, com imagens de praia e montanha não são interessantes, muito menos a pilha de roupa para passar ou a cama desarrumada. A maioria preferiu uma parede branca, estante com livros ou quadros, fotografias e diplomas como plano de fundo.

2. Com relação às roupas, para transmitir uma imagem autêntica e confiável, invista em roupas casuais com cores neutras. Para parecer uma pessoa inovadora dê preferência às cores brilhantes e neutras.

3. Quanto ao tipo de roupa, escolha o business casual (casual de negócios) e para parecer autoridade em um assunto roupas mais formais, como o terno para os homens. Claro que precisamos ter bom senso, se você é um publicitário e tem uma reunião com seu time, não precisa colocar uma gravata.

Diante disso, vemos que vale à pena investir tempo no plano e fundo e roupas certas para causar uma boa impressão.

Assim como no mundo físico, há uma oportunidade para se se preparar para o sucesso no mundo VIRTUAL.